Olá, Pessoal!
Hoje o assunto é sério.
Não é nenhuma novidade que a carga tributária do nosso país é uma das maiores do mundo. E não há quem possa negar a realidade que nos é posta diante dos olhos todos os dias: os impostos que pagamos todos os dias não extremamente mal-direcionados!
Há quem vá dizer que existem países que cobram tributos muito maiores que os do Brasil. Sim, é verdade: a Suécia, a Alemanha, o Canadá e até mesmo o Chile possuem cargas tributárias muito superiores à brasileira. No entanto, o buraco no qual a população deste país tropical se afunda, é muito mais embaixo. Todos os países citados, inclusive o Chile, nosso vizinho latino, possuem saúde, educação e segurança infinitamente melhores do que os fornecidos pelo nosso governo. Basta ir à nossa querida Wikipedia e comparar os índices para constatar que o Chile tem 3º menor índice de criminalidade do mundo, e os outros países citados possuem índices baixíssimos.
Quando falamos da educação é a mesma coisa: mesmo manipulando os resultados do IDEB como as escolas públicas têm feito (professores ajudam os alunos a fazer o teste e alcançar um índice suficiente para obter os, já tão baixos, recursos que o governo destina a estas), nosso país está em 95º (com 90% da população acima de 15 anos alfabetizada) no ranking mundial de alfabetização (este índice não leva em conta os analfabetos funcionais que alagam nosso sistema de educação, graças à aprovação automática), enquanto Canadá, Suécia e Alemanha estão empatados em 19º (99%) e o Chile ocupa a 52º posição (97,7%).
Quanto à saúde pública, enquanto nosso famoso SUS está em situação deplorável, os outros três países citados possuem sistema de saúde exemplar, com distribuição de medicamentos essenciais (tratamento de doenças graves ou simples) para 100% da população.
E isso é só o começo.
O preço que pagamos por produtos nas lojas e supermercados é absurdo quando comparamos ao preço real desses produtos (custo de produção para a fábrica + margem de lucro do produtor + margem de lucro do vendedor).
Exemplo: Um pacote de 5 Kg de arroz custa no Carrefour R$7,91, enquanto a saca de 50 Kg sai do produtor, antes dos impostos, a R$19,00 (ou seja, cada 5 Kg = R$1,90).
Isso quando falamos dos alimentos, que teoricamente tem impostos “baixíssimos”. Quando falamos sobre eletrônicos e eletrodomésticos a tributação chega a 161,75%. Isso mesmo: mais de 1,5 vezes o preço do produto.
O combustível também não foge a esta regra: a Gasolina Comum custa para a Petrobrás R$1,05. Após os impostos, ela chega ao Posto de Combustível a R$2,40 (sendo, R$0,10 a margem de lucro cobrada pela distribuidora).
Por isso, estou divulgando a campanha abaixo: creio que muitos já a conhecem, mas estou fazendo a minha parte para passá-la para frente. Esta campanha é só o começo: fala sobre as altas taxas de impostos de importação, mas acredito que seja um primeiro passo para a conscientização da população a este respeito. Temos que começar por algum lugar.
O Felipe Neto, autor do vídeo e da campanha, fala tudo que eu gostaria de ter falado com este texto, então é mais fácil postar aqui... rsrs
Então é isso, pessoal. Obrigado pela atenção de vocês e se concordarem, não deixem de assinar o manifesto no: http://www.precojustoja.com.br/
Abraço!
O Curioso
Sat Nam
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